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Incitação ao ódio e à violência

A França fechou uma mesquita em Aulnay-sous-Bois, perto de Paris, e dissolveu a associação que a geria devido a sermões que incitavam ao ódio e à violência: os seus pregadores glorificavam o martírio, justificavam o 7 de outubro e visavam os judeus. Não precisaram de inventar nada. O Alcorão apresenta como modelo a «inimizade e o ódio para sempre, até que creiais somente em Alá» de Abraão (60:4), ordena aos crentes que combatam os incrédulos que lhes estão próximos e «que encontrem em vós dureza» (9:123), e que «golpeiem [os seus] pescoços» na batalha (47:4). No Sahih al-Bukhari, Maomé diz que foi tornado vitorioso pelo terror lançado nos corações dos seus inimigos (2977), e que a Hora não chegará até que uma pedra grite: «Há um judeu escondido atrás de mim, mata-o» (2926). Pregados como ordens para hoje, estes textos não precisam de ser distorcidos para incitar.

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Conselho com isenção fiscal: bata na sua mulher, mas levemente

Uma mesquita no leste de Londres, registada como instituição de beneficência que apoia a humanidade através da promoção do islão, publicou palestras em que se diz aos maridos para baterem «levemente» nas mulheres desobedientes e se explica que a sharia executa os homens homossexuais. A Charity Commission está agora a avaliar se isto serve o interesse público.

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